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O filme “A Substância” termina de forma sombria, com as versões de Elisabeth (a original) e Sue (a sua versão mais jovem) se fundindo grotescamente em uma fusão deformada e com o rosto de Elisabeth preso ao corpo de Sue. Ambas acabam se desintegrando e suas “partes” evaporam até serem varridas do chão, simbolizando o fracasso na busca pela juventude eterna e a perda de identidade .
Fusão grotesca: No auge do conflito, Sue mata a versão original de Elisabeth para existir sozinha, mas seu corpo começa a se deteriorar. Ao tentar usar a “substância” novamente, as duas se fundem em um monstro deformado, com o rosto de Elisabeth preso ao corpo de Sue. Fracasso da perfeição: Essa união simboliza que a versão rejeitada nunca desaparece e a busca pela perfeição se tornou uma autodestruição. Desintegração final: Em uma cena final que remete à estrela de Elisabeth na Calçada da Fama, a fusão de ambas se arrasta até lá, onde desintegra e é varrida, representando o descarte de pessoas que não se encaixam no padrão de beleza imposto pela sociedade.
Qual é o final do filme substância?
No final de A Substância , a versão “monstro” de Elisabeth (interpretada por Margaret Qualley) rasteja até a sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood e explode em uma chuva de sangue e restos, manchando o símbolo de sua glória. A cena marca a morte literal e figurativa da personagem, simbolizando o resultado da obsessão por perfeição e da busca pela juventude. O filme termina sem consolo, representando o fracasso da vaidade e da tentativa de vencer o tempo .
A explosão: A criatura, um híbrido grotesco das duas personalidades, explode no palco durante uma transmissão ao vivo de fim de ano, matando a si mesma e a outros. A mensagem: A explosão simboliza a busca pela perfeição que, na verdade, levou à sua própria destruição. O resultado grotesco da união de Elisabeth e Sue mostra que a rejeição de si mesmo leva a uma existência distorcida e vazia. O desfecho: O filme termina sem um desfecho feliz, sugerindo que a maior monstruosidade não é a deformação física, mas a incapacidade de aceitar quem você é. O destino das personagens é um alerta sobre a pressão social e a vaidade que podem consumir uma pessoa por inteiro.
O que acontece com Elizabeth em A Substância?
Em “A Substância”, Elisabeth Sparkle, uma estrela de aeróbica de 60 anos, é demitida e usa um soro secreto para criar uma versão jovem e perfeita de si mesma, a qual ela chama de Sue . Inicialmente, elas compartilham o corpo e a vida em uma relação simbiótica, mas essa dinâmica se torna tóxica à medida que elas competem pelo tempo, com Sue ganhando consciência própria e a personalidade amarga de Elisabeth. No final, a relação colapsa e Elisabeth, incapaz de aceitar a si mesma, causa a criação de um monstro grotesco (a versão “sobrecarregada” de Sue) ao tentar manter sua juventude através de meios violentos, culminando em um final trágico e sem consolo.
Criação: Elisabeth é demitida e, para combater a queda de sua carreira, usa um soro que a faz criar uma clone jovem e vibrante de si mesma, chamada Sue, que emerge de sua coluna vertebral como um filhote que sai de um ovo. Relação simbiótica: Inicialmente, as duas compartilham o corpo de maneira simbiótica, com Elisabeth vivendo durante uma semana e, na semana seguinte, Sue assumindo o corpo. No entanto, a relação se torna tóxica e de competição, com ambas tentando controlar a vida da outra. Colapso: O relacionamento colapsa quando elas se tornam cada vez mais disfuncionais, com ambas buscando formas de prolongar a existência da outra. O ponto de ruptura ocorre quando Sue, buscando prolongar a vida, extrai mais fluido estabilizador do corpo de Elisabeth, fazendo com que o dedo indicador de Elisabeth envelheça rapidamente. Clímax trágico: Em um ato desesperado para manter a sua juventude, Elisabeth sacrifica todos os aspectos da sua vida para manter a sua forma. Ela acaba por causar uma monstruosidade grotesca e disforme ao tentar manter-se jovem.
Qual a moral do filme A Substância?
A moral principal de “A Substância” é uma reflexão sobre a pressão estética e o etarismo, criticando como a sociedade (especialmente a mídia) desumaniza mulheres através do culto a padrões inatingíveis de beleza e juventude, tratando-as como “produtos descartáveis” ou “consumíveis” . O filme usa o horror físico e a separação de uma protagonista em duas versões (a original e a mais jovem) para explorar a dissociação que o envelhecimento e as imposições sociais provocam.
Crítica à pressão estética: O longa critica a busca incessante por um ideal de beleza artificial, mostrando o corpo feminino como objeto de controle e transformação. Exploração do etarismo e envelhecimento: Ele aborda o medo e a frustração de envelhecer em uma sociedade que valoriza a juventude acima de tudo. Reflexão sobre a dissociação: O uso da dualidade da personagem principal (Elisabeth e Sue) representa a fragmentação e a perda de identidade que o envelhecimento e as pressões sociais podem causar. Metáfora do horror: O “body horror” não é apenas para chocar, mas serve como uma metáfora para as consequências físicas e psicológicas do desespero em manter a juventude e a perfeição. Mensagem sobre a necessidade de fusão: O filme sugere que a separação é insustentável e que, no fim, é preciso haver uma fusão para a sobrevivência, questionando a possibilidade de se escapar de si mesmo.
Como entender o final do filme A Origem?
O final de A Origem é intencionalmente ambíguo, permitindo duas interpretações principais: que Cobb está de volta à realidade ou que ele ainda está sonhando . A cena final mostra Cobb reunido com seus filhos, mas ele não verifica o resultado do seu pião, o totem que deveria indicar a realidade, porque está feliz e focado em seus filhos. Isso pode significar que a jornada emocional dele terminou e ele não precisa mais da confirmação, ou que a “implantação” da ideia de que a realidade é mais importante que o pião foi bem-sucedida.
Interpretação: Cobb está sonhando
A câmera foca no pião girando, sugerindo que a cena final ainda é parte de um sonho. A maioria dos detalhes que poderiam confirmar a realidade, como o anel de casamento de Cobb, desaparecem, mas isso pode ser um descuido. Se o pião cair, ele teria que voltar para o limbo para buscar o corpo de Saito e a ligação deles seria invalidada. A ambiguidade pode ser vista como um reflexo do tema do filme de que a realidade é moldada por ideias, e a ideia de “um sonho dentro de um sonho” pode ser o maior dos sonhos.
Interpretação: Cobb está na realidade
O ator Michael Caine, que interpreta o sogro de Cobb, afirmou que o diretor Christopher Nolan disse que, se ele estivesse na cena, era a realidade. Como o personagem de Caine aparece na cena, é possível que Cobb esteja realmente de volta à realidade. O pião nunca cai ou balança, pode ter girado mais rápido que o normal, indicando que ele está vivendo no mundo real e que a ligação com Saito deu errado e, logo, o pião deve cair em breve. Cobb escolheu não verificar o pião porque a emoção de ver os filhos superou sua obsessão por sonhos.
Qual a resposta de Christopher Nolan?
Christopher Nolan declarou em entrevistas que a ambiguidade do final não é emocional, mas sim intelectual para o público. Ele também afirmou que o ponto principal é que Cobb não se importa mais em verificar se é real. Ele deixou claro que o final é um pouco ambíguo e depende da interpretação do espectador, mas a verdadeira mensagem é a importância do amor e do relacionamento dos pais e filhos.
